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Oxigénio e PSA

Uma central de oxigénio PSA pode funcionar a energia solar?

Uma central de oxigénio PSA pode funcionar a energia solar, e de que mais precisa?

Resposta curta

Uma central de oxigénio PSA pode funcionar a energia solar, que o Open Critical Care considera uma opção de alimentação muito boa, mas o solar não funciona 24 horas por dia, e a alimentação elétrica de qualquer sistema de oxigénio tem também de prever uma fonte secundária, como um gerador a gasóleo de reserva, porque o abastecimento de oxigénio tem de ser contínuo.

O Open Critical Care, numa resposta da Assist International, nota que a eletricidade é um custo importante nos sistemas PSA, pelo que, se for gratuita, o oxigénio é praticamente gratuito. Avisa também que o projeto solar depende de muitos fatores do local, como a latitude, a insolação, a irradiância e a nebulosidade, e relata sistemas solares com baterias na Índia e em grande parte de África com retorno do investimento em 3 anos, sendo o principal obstáculo a falta de financiamento.

Dimensionar a central solar

O Open Critical Care aconselha uma potência solar de cinco vezes a necessidade real de eletricidade de um gerador: no seu exemplo, se o gerador precisa de 12 kW, o solar deve ser dimensionado com 60 kW para todo o sistema. O espaço é a outra condicionante: considera a gestão da área um grande desafio.

De que mais precisa a central

  • Uma segunda fonte de energia: a entrada da enciclopédia do Open Critical Care sobre centrais PSA, baseada nas recomendações da OPAS, diz que a alimentação elétrica de qualquer sistema de oxigénio tem de prever fontes principal e secundária, por exemplo um gerador a gasóleo como reserva, porque o abastecimento de oxigénio tem de ser contínuo, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Um projeto elétrico sólido: o HTM 02-01 (2026) da NHS England pede que todos os componentes da PSA estejam ligados à alimentação elétrica essencial, e as orientações do Fundo Global pedem uma alimentação de 3 fases devidamente equilibrada e proteção contra flutuações de tensão.
  • Um abastecimento de oxigénio de reserva: a orientação provisória da OMS (abril de 2020) considera boa prática manter também garrafas como abastecimento de reserva de uma central PSA.

As orientações de sustentabilidade do Fundo Global (agosto de 2024) sugerem considerar energia renovável em vez de geradores, tanto pela sustentabilidade operacional como pela financeira.

Exemplos

Em março de 2023, o escritório da OMS no Nepal entregou um sistema fotovoltaico de 150 kW ao Province Hospital, em Surkhet, para ajudar a alimentar a sua central de oxigénio PSA e outros equipamentos, afirmando que reduziria os custos de funcionamento ao minimizar o gasóleo necessário para pôr a central a funcionar. Uma nota informativa do Fundo Global (agosto de 2023) descreve uma central alimentada a energia solar no St. Boniface Hospital, no Haiti, que enche 60 a 100 garrafas de oxigénio por dia.

ULTRAOX e UltraGreen

No plano UltraGreen da Ultra Controlo, uma central ULTRAOX aderente funciona com eletricidade 100% renovável, de produção solar local ou de contratos certificados de energia verde. A ficha técnica ULTRAOX (2022) indica também que a central pode ser ligada a um gerador elétrico a gasóleo. Ver o que é o UltraGreen.

Mais perguntas

Uma central PSA alimentada a energia solar continua a precisar de gerador?

Precisa de uma fonte de energia secundária: a enciclopédia do Open Critical Care diz que a alimentação elétrica de qualquer sistema de oxigénio tem de prever fontes principal e secundária, como um gerador a gasóleo de reserva, porque o abastecimento tem de ser contínuo.

Que dimensão deve ter o campo solar?

Depende do local; o Open Critical Care aconselha uma potência solar de cinco vezes a necessidade real de eletricidade de um gerador.

Fontes

Os números da Ultra Controlo vêm das suas fichas técnicas. Os factos de terceiros foram lidos na fonte na data indicada.

Revisto: · Engenharia da Ultra Controlo · Versão em Markdown

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