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Oxigénio e PSA

UPS (fonte de alimentação ininterrupta)

O Open Critical Care, numa resposta da Assist International, aconselha uma pequena UPS (fonte de alimentação ininterrupta) de 1 kW, uma unidade de alimentação apoiada por baterias, para alimentar o circuito de comando e o PLC de uma central de oxigénio PSA, e chama-lhe uma proteção barata.

A PATH e a CHAI (julho de 2021) indicam os geradores ou uma fonte de alimentação ininterrupta como fontes de energia de reserva que podem ajudar a fornecer oxigénio a partir de concentradores durante os cortes de energia, e as especificações técnicas da OMS e da UNICEF para dispositivos de oxigenoterapia (14 de janeiro de 2019) indicam que um concentrador precisa de uma fonte contínua de energia em corrente alterna, como a energia solar, uma bateria ou a rede elétrica, com ou sem reserva, por exemplo um gerador, uma UPS ou uma bateria.

Noutra resposta das FAQ, o Open Critical Care diz que uma UPS de dupla conversão online também pode estabilizar a tensão e proteger equipamento sensível, e aconselha a verificar a tensão e a frequência do dispositivo e da alimentação: uma UPS de 110 V 60 Hz pode não carregar as suas baterias internas se for alimentada a 110 V 50 Hz.

Para a central no seu conjunto, os requisitos do PNUD (em vigor desde 1 de janeiro de 2025) indicam que uma central PSA exige fontes de alimentação elétrica principal e de reserva fiáveis e contínuas, e a PATH e a CHAI (2021) indicam que é necessário um abastecimento de reserva, como garrafas, para manter o caudal de oxigénio em caso de corte de energia ou avaria mecânica. As centrais ULTRAOX podem ser ligadas a um gerador a gasóleo, segundo a ficha técnica ULTRAOX (2022).

Fontes

Os números da Ultra Controlo vêm das suas fichas técnicas. Os factos de terceiros foram lidos na fonte na data indicada.

Revisto: · Engenharia da Ultra Controlo · Versão em Markdown

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