Ar medicinal
O ar medicinal precisa de monitorização contínua da qualidade?
Uma central de ar medicinal precisa de monitorização contínua do ponto de orvalho, do CO e de outros parâmetros?
Resposta curta
O HTM 02-01 (2026) pede monitorização contínua do ponto de orvalho na central de ar medicinal, com um sensor em cada conjunto secador e um alarme se o ponto de orvalho subir acima de −46 °C; os outros contaminantes são verificados por ensaios de controlo da qualidade, trimestrais nas centrais de compressores.
Segundo o HTM 02-01 (2026), cada conjunto secador tem o seu próprio sensor de ponto de orvalho e ponto de ensaio a jusante do filtro bacteriológico, para que o secador possa ser ensaiado antes de entrar em serviço e o produto possa ser monitorizado continuamente. A unidade de controlo dos secadores tem higrómetros regulados para um ponto de orvalho atmosférico de −46 °C e passa automaticamente para o secador de reserva se o secador de serviço falhar no ponto de orvalho ou na pressão.
Alarmes
No HTM 02-01, um ponto de orvalho acima de −46 °C à pressão atmosférica é uma condição de emergência da central, tal como uma pressão no reservatório 50 kPa abaixo da pressão de arranque do compressor de reserva ou 50 kPa acima da pressão de paragem. As condições de avaria e de emergência da central são transmitidas ao sistema central de alarmes, e os contactos livres de potencial permitem que um sistema de gestão técnica centralizada monitorize a central, embora não a deva comandar.
O que é ensaiado periodicamente
O monóxido de carbono, o dióxido de carbono, o dióxido de enxofre, os óxidos de azoto, o óleo, as partículas e o odor são abrangidos pelos ensaios de controlo da qualidade face aos critérios de aceitação da Tabela 34 do HTM 02-01, e o HTM fixa ensaios trimestrais para as centrais de compressores de ar medicinal e de ar cirúrgico. O HTM 02-01 é uma orientação da NHS England: nos Estados Unidos, as regras dos sistemas de gases medicinais estão na NFPA 99 (edição em vigor de 2027), e noutros países aplica-se a especificação nacional.
Monitorização nos equipamentos da Ultra Controlo
- O ULTRAAR ME tem dois sistemas ULTRAGEST integrados que monitorizam e controlam continuamente o ponto de orvalho do ar fornecido à rede.
- As unidades de tratamento ULTRAMED trocam de coluna em função do ponto de orvalho, têm um alarme indicador de ponto de orvalho baixo e aceitam um indicador digital de ponto de orvalho para monitorização contínua à saída, que não está incluído de série.
- As centrais ULTRAAR SC têm disponível um sistema de monitorização remota 24 horas e podem ligar-se a um sistema de gestão ou a uma rede central de alarmes.
Mais perguntas
Porque se vigia o dióxido de carbono no ar medicinal?
O HTM 02-01 refere que leituras de dióxido de carbono crescentes ou oscilantes no ar podem ser um sinal precoce de avaria do secador ou de má manutenção do compressor.
O sistema de gestão técnica centralizada pode comandar a central de ar?
Não. O HTM 02-01 diz que o BMS só deve monitorizar a central, e não comandar as suas funções, mudanças ou isolamentos.
Fontes
- NHS England, HTM 02-01 Medical gas pipeline systems (2026), Parte A, capítulo 7, capítulo 20, Tabela 33 e Tabela 34
- NFPA 99, Health Care Facilities Code: página da edição em vigor
- Ficha técnica ULTRAAR ME, p. 2
- Ficha técnica ULTRAMED, pp. 2 e 3
- Ficha técnica ULTRAAR SC, p. 3
Os números da Ultra Controlo vêm das suas fichas técnicas. Os factos de terceiros foram lidos na fonte na data indicada.
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