Vácuo e AGSS
Reservatório de vácuo
Um reservatório de vácuo é o recipiente, ou depósito, de uma central de vácuo medicinal; o HTM 02-01 (2026) da NHS England indica que deve existir um reservatório para o funcionamento eficiente da bomba de vácuo durante os períodos de baixa utilização, dimensionado para minimizar os ciclos de arranque e paragem, que não devem exceder as recomendações do fabricante, normalmente seis por hora.
O HTM 02-01 pede também que os reservatórios de vácuo sejam instalados com bypass, para que cada um possa ser isolado, drenado e inspecionado sem interromper o abastecimento de vácuo, que se preveja a drenagem do reservatório em condições de vácuo, olhais de elevação e pés, que os vários reservatórios sejam dispostos em paralelo e que haja um indicador de vácuo em cada reservatório (10.8, 10.20, 10.22, 10.45). A ACSS ET 03/2006 (v.2024) portuguesa fixa a capacidade de cada depósito obrigando ao máximo de 20 arranques/hora de cada bomba e fixa uma depressão relativa mínima no depósito de 60 kPa.
Os sistemas de vácuo medicinal ULTRAVAC usam reservatórios de vácuo de 24 a 6.000 litros, em configuração vertical ou horizontal, com acabamento em tinta epóxi ou galvanização por imersão a quente opcional, vacuómetro, válvula de drenagem e ligações livres adicionais; na tabela da ficha técnica, os volumes dos reservatórios vão de 200 a 1.000 litros. As unidades ULTRAVAC DENTAL usam reservatórios de estabilização de vácuo em aço inoxidável.
Fontes
- NHS England, HTM 02-01 (2026) Parte A, parágrafos 10.8, 10.19 a 10.22 e 10.45
- ACSS ET 03/2006 v.2024, secções 4.8 e 6.4 (vácuo medicinal)
- Ficha técnica ULTRAVAC, pp. 3 e 5
- Ficha técnica ULTRAVAC DENTAL, p. 2
Os números da Ultra Controlo vêm das suas fichas técnicas. Os factos de terceiros foram lidos na fonte na data indicada.