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Ar medicinal

Como se ensaia a qualidade do ar medicinal na colocação em serviço?

Como se ensaia e se aceita a qualidade do ar medicinal quando uma central nova é colocada em serviço?

Resposta curta

Segundo o HTM 02-01 (2026), uma central de ar medicinal nova é ensaiada na fonte de abastecimento antes de alimentar a rede e depois nas unidades terminais quanto ao teor de oxigénio, partículas, vapor de água, CO, CO2, SO2, óxidos de azoto e odor, com o óleo ensaiado na central, face aos critérios de aceitação da farmacopeia.

O HTM 02-01 (2026), o guia da NHS England para redes de gases medicinais, divide a colocação em serviço em quatro fases: ensaios e verificações prévios, ensaios da tubagem em bruto, ensaios do sistema completo com gás de ensaio e, por fim, os ensaios de identidade, qualidade e pureza dos gases medicinais pelo Controlador da Qualidade (MGPS), antes da entrega ao pessoal clínico. A qualidade do ar medicinal pertence à última fase. Os outros países têm as suas próprias regras, pelo que fora de Inglaterra se aplica a especificação nacional.

Ensaiar primeiro a fonte

Nas instalações novas, os ensaios de controlo da qualidade são feitos na fonte de abastecimento, como a central de compressores de ar medicinal, antes de esta entrar em serviço, para não introduzir contaminação na rede. O ensaio de óleo é feito num ponto de ensaio da central antes de essa central alimentar qualquer rede.

Ensaios nas unidades terminais

  • Identidade: nas instalações novas, todas as unidades terminais são ensaiadas, e um analisador de oxigénio confirma 20,9% ± 0,5% de oxigénio no ar medicinal; o HTM 02-01 especifica um analisador paramagnético para a identidade do oxigénio.
  • Partículas: todas as unidades terminais são ensaiadas através de um filtro de 47 mm de diâmetro e 0,45 μm, a 150 L/min durante 30 segundos no caso do ar medicinal, e num sistema novo o filtro deve ficar completamente livre de partículas visíveis.
  • Vapor de água: não mais de 67 vpm, medido com um dispositivo de ensaio eletrónico.
  • Gases: monóxido de carbono até 5 ppm, dióxido de carbono até 500 ppm, dióxido de enxofre até 1 ppm, e NO e NO2 até 2 ppm.
  • Odor: verificado durante a purga e o ensaio de partículas, porque vários contaminantes se detetam pelo odor.

Quem ensaia e o que se regista

Os ensaios de controlo da qualidade são da responsabilidade de um Controlador da Qualidade (MGPS), que não deve atuar como Pessoa Autorizada (MGPS) nem como Pessoa Competente (MGPS) no mesmo projeto. O HTM 02-01 pede analisadores eletrónicos calibrados no local com gases de calibração certificados; os tubos detetores podem ainda ser usados para óleo, CO, CO2, SO2, óxidos de azoto e vapor de água. Os resultados são registados em números para cada unidade terminal e ponto de ensaio, sempre que possível, e o sistema só entra em utilização depois de os gases medicinais serem verificados como aptos para uso nos doentes.

Os conjuntos de redução de pressão ULTRAAR SC e ESW incluem válvulas de ensaio, e o conjunto do ULTRAAR ME tem duas válvulas de ensaio para recolher amostras de ar. As centrais ULTRAAR SCA são ensaiadas antes de saírem da fábrica.

Mais perguntas

Quem faz os ensaios de qualidade do ar medicinal no Reino Unido?

Um Controlador da Qualidade (MGPS) registado no Reino Unido, que não é a Pessoa Autorizada (MGPS) nem a Pessoa Competente (MGPS) do projeto.

E se a rede não for usada logo após os ensaios?

O HTM 02-01 pede um programa de purga e de novos ensaios, acordado com a Pessoa Autorizada (MGPS), quando a utilização nos doentes não se segue à aprovação dos resultados.

Fontes

Os números da Ultra Controlo vêm das suas fichas técnicas. Os factos de terceiros foram lidos na fonte na data indicada.

Revisto: · Engenharia da Ultra Controlo · Versão em Markdown

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