Ultra Controlo Biblioteca de gases medicinais

Assistência e projetos

O que compõe o custo do ciclo de vida de uma central de oxigénio PSA?

Que custos compõem o custo total de posse de uma central de oxigénio PSA ao longo da sua vida?

Resposta curta

O custo do ciclo de vida de uma central de oxigénio PSA é o custo de investimento da central, do seu abrigo, dos reforços elétricos, das garrafas e dos trabalhos de rede, mais os custos de funcionamento ao longo da sua vida: eletricidade e combustível do gerador, manutenção programada, peças de reserva, reparações, pessoal, distribuição de garrafas e o contrato de assistência.

Custos de investimento

As orientações de sustentabilidade do Fundo Global (22 de agosto de 2024) indicam como custos de investimento o equipamento da central PSA, o edifício da central, os reforços elétricos, as garrafas de oxigénio e os carrinhos de transporte, e a instalação ou a melhoria da rede quando necessário, e pedem que todos estejam no orçamento inicial, incluindo as melhorias das infraestruturas elétricas, estruturais e de tubagem existentes no hospital. Uma resposta do Open Critical Care da Assist International acrescenta as infraestruturas da alimentação elétrica e do gerador de reserva, o transporte, os impostos e a instalação, que dependem do local. As Foundations of medical oxygen systems da OMS (2023) incluem o abrigo, a ventilação, o ar condicionado e o aquecimento, um gerador a gasóleo, garrafas de alta pressão e carrinhos, veículos, contratos de assistência e pessoal entre os custos associados a uma central PSA.

Custos de funcionamento

As mesmas orientações do Fundo Global indicam como custos de exploração as peças de reserva, a manutenção programada, as reparações, as faturas de eletricidade, o gasóleo, a distribuição e os salários do pessoal, que podem ser integrados no orçamento anual do hospital. A OMS acrescenta a formação e o acordo de nível de serviço aos custos operacionais a financiar, e o PNUD (REQ-OXY-001, em vigor desde 1 de janeiro de 2025) pede aos utilizadores finais que orçamentem a manutenção de rotina, as peças de reserva, o consumo de energia e as melhorias. Quanto à energia, a PATH e a CHAI (2021) indicam para uma central PSA convencional aproximadamente 1,2 kWh por Nm³ produzido a 65 psig, com uma variação notável consoante a eficiência do sistema e a pressão de serviço, mais alto com pressões de serviço maiores e com o enchimento de garrafas, e uma nota do Fundo Global (3 de abril de 2024) diz que uma central especificada para 95 ± 1% de pureza precisa de equipamento maior, com maior consumo de energia, do que uma de 93 ± 3%.

As orientações do Fundo Global sobre peças de reserva (25 de setembro de 2025) consideram um equívoco arriscado deixar as peças de reserva fora do orçamento anual enquanto a central funciona bem: uma central que para pode significar despesas de emergência não planeadas com entregas de oxigénio comercial e custos de reparação mais altos do que teriam custado as peças preventivas. Aconselham a encomendar peças de reserva para dois anos de funcionamento de cada vez, e a especificação provisória da OMS de 2020 (substituída pelas especificações técnicas da OMS de 31 de dezembro de 2024) dizia que os contextos com recursos limitados precisam de consumíveis e peças de reserva para 5 anos de funcionamento.

Em que período

O Fundo Global pede um planeamento financeiro de longo prazo ao longo do ciclo de vida da central, que situa em 10 anos em média, com fundos reservados para reparações ou melhorias inesperadas. A comparação de opções de abastecimento da OMS de 2023 diz que tanto as centrais PSA como o oxigénio líquido precisam de um planeamento financeiro detalhado para um funcionamento de longo prazo de cerca de 20 anos, e a especificação da OMS de 2020 pedia uma vida útil de pelo menos 10 anos garantida pelo fabricante, com os custos de manutenção e de peças de reserva estabelecidos para pelo menos 3 anos a partir da instalação.

Ferramentas

A OMS diz que as especificações de aquisição devem considerar o ciclo de vida e o custo total de posse, e a política de garantia da qualidade do Fundo Global (alterada a 15 de novembro de 2023) tem em conta o custo total de posse ao avaliar a relação custo-benefício. O Oxygen System Planning Tool da UNICEF estima os custos de investimento e de exploração, como a eletricidade, de cada unidade de saúde, e o PSA OPEX Estimator Tool da PATH (agosto de 2026) dá estimativas aproximadas da despesa anual de exploração das centrais PSA em países de rendimento baixo e médio, para sensibilização e planeamento e não para orçamentação detalhada.

ULTRAOX

O ULTRAOX foi concebido para um ciclo de vida mínimo de 150.000 horas, que a Ultra Controlo apresenta como um investimento para, pelo menos, 20 anos. Em boas condições, o seu zeólito pode durar até 10 anos ou mais sem ser substituído (ficha técnica ULTRAOX 2022, p. 4), e o ULTRAOX SC, com compressores ULTRACECO sem óleo (oil-less), tem uma manutenção às 10.000 horas (ficha técnica ULTRAOX SC, p. 2). A Ultra Controlo afirma que o ULTRAOX reduz o custo do oxigénio até 70% em 10 anos.

Mais perguntas

Para quantos anos se deve orçamentar uma central PSA?

As orientações do Fundo Global (2024) situam o ciclo de vida em 10 anos em média, enquanto a OMS (2023) diz que o abastecimento por PSA e por oxigénio líquido precisa de um planeamento financeiro detalhado para cerca de 20 anos de funcionamento.

Devem orçamentar-se peças de reserva enquanto a central funciona bem?

Sim. As orientações do Fundo Global (2025) consideram um equívoco arriscado deixá-las de fora e aconselham a encomendar peças de reserva para dois anos de funcionamento de cada vez.

Fontes

Os números da Ultra Controlo vêm das suas fichas técnicas. Os factos de terceiros foram lidos na fonte na data indicada.

Revisto: · Engenharia da Ultra Controlo · Versão em Markdown

Relacionado