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Oxigénio e PSA

Que ruído faz uma central PSA, e porque descarrega a cada ciclo?

Que ruído faz uma central de oxigénio PSA, porque descarrega ar a cada ciclo, e onde pode ser colocada perto das enfermarias?

Resposta curta

As especificações técnicas da OMS (dezembro de 2024) fixam um ruído máximo de 80 dBA para o compressor de alimentação de uma central geradora de oxigénio e pedem uma saída de azoto silenciada; a central descarrega a cada ciclo porque, explica a PATH (2023), as válvulas de comando libertam a pressão e o ar rico em azoto do recipiente de adsorção saturado.

Porque descarrega

O relatório da PATH de novembro de 2023 sobre centrais PSA descreve o ciclo: as válvulas de comando encaminham ar comprimido limpo para um de dois recipientes de adsorção, o zeólito adsorve o azoto sob pressão e, quando fica saturado e o oxigénio está recolhido, as válvulas de comando libertam a pressão e, com ela, o ar rico em azoto que resta, antes de o processo se repetir com o outro recipiente. O procedimento operativo da USAID RISE (março de 2022), escrito para hospitais da Índia, acrescenta que, durante a fase de dessorção, as válvulas solenoides deixam sair o azoto das duas torres.

O AIGA 113/20, adotado do EIGA Doc 195, diz que isto produz um volume significativo de gás residual, ar empobrecido ou enriquecido em oxigénio, que pode criar atmosferas deficientes ou enriquecidas em oxigénio à volta das descargas, e que o gás descarregado pode também conter pó dos leitos de adsorção, que é irritante. Pede que todas as descargas sejam encaminhadas para um local seguro fora dos edifícios, longe das pessoas e dos equipamentos, nunca para a entrada de um aparelho de ar condicionado, e que se considere reduzir o ruído a um nível aceitável segundo a legislação local.

De onde vem o ruído

  • Fontes: o AIGA 113/20 diz que o ruído do sistema de abastecimento de oxigénio 93, incluindo os compressores de ar e de oxigénio, os recipientes de adsorção, as descargas e as válvulas de segurança, deve ser considerado quanto ao perigo ou incómodo potencial para os trabalhadores, os doentes e as zonas vizinhas, com redução do ruído e proteção auditiva segundo a regulamentação nacional e local.
  • Compressor: a OMS (2024) fixa um máximo de 80 dBA para o compressor de ar de alimentação de uma central geradora de oxigénio, com insonorização adicional se for precisa mais potência, e inclui protetores auriculares no equipamento de proteção dos operadores.
  • Saída de azoto: a OMS (2024) pede que a saída do azoto, subproduto do processo, seja silenciada, com uma mangueira de conduta para o escape de azoto. Na sua secção sobre o ruído das salas técnicas, o HTM 02-01 (2026) da NHS England refere que os escapes dos purgadores eletrónicos e das válvulas de purga podem também precisar de silenciamento, porque o tom e o volume do ruído podem causar incómodo.
  • Avarias: a PATH (2023) indica as válvulas com fugas entre as avarias comuns das centrais avariadas que analisou, com pureza baixa, incêndio e/ou ruído como consequências. O procedimento da USAID pede aos operadores que estejam atentos no arranque a sons anormais nas torres e na descarga de escape, e que verifiquem todos os anos se o silenciador está entupido; ver sinais de uma válvula de comutação a falhar.

Colocar a central perto das enfermarias

  • Abrigo: o documento Foundations of medical oxygen systems da OMS (2023) pede uma estrutura coberta que, entre outras coisas, assegure a redução do ruído durante o funcionamento, e os requisitos do PNUD (em vigor desde 1 de janeiro de 2025) pedem uma estrutura que reduza o ruído de funcionamento. Para as centrais em contentor, a OMS (2024) indica um isolamento acústico com uma redução mínima de 10 dBA.
  • Escape: a OMS (2023) pede que a conduta de descarga do azoto saia para a atmosfera e sugere que termine a pelo menos 3 m de qualquer porta ou janela que se possa abrir, ou de outra ventilação ou admissão de ar, com a extremidade virada para baixo.
  • Verificações: a orientação de colocação em serviço do Fundo Global (28 de agosto de 2024) pergunta se o abrigo da central garante um nível de ruído aceitável perto das enfermarias do hospital, e o seu formulário de avaliação pós-colocação em serviço (12 de setembro de 2025) se a central está numa zona onde o ruído dos equipamentos não é incómodo.

Nas centrais ULTRAOX, cada concentrador ULTRACON inclui um silenciador do gás de escape e um conjunto de válvulas e reguladores eletropneumáticos, e a ficha técnica ULTRAOX (2022) diz que os ciclos ULTRAOX são muito espaçados, o que reduz o número de manobras das válvulas e de peças em movimento ao longo dos anos. Para o ruído dos compressores de ar medicinal, ver que ruído faz uma central de ar medicinal.

Mais perguntas

O gás descarregado por uma central PSA é perigoso?

O AIGA 113/20 diz que o gás residual pode criar atmosferas deficientes ou enriquecidas em oxigénio à volta das descargas e pode levar pó irritante dos leitos de adsorção, e pede que todas as descargas sejam encaminhadas para um local seguro fora dos edifícios.

A que distância das janelas deve ficar o escape de azoto?

A OMS (2023) sugere que o escape de azoto termine a pelo menos 3 m de qualquer porta ou janela que se possa abrir, ou de outra ventilação ou admissão de ar.

Fontes

Os números da Ultra Controlo vêm das suas fichas técnicas. Os factos de terceiros foram lidos na fonte na data indicada.

Revisto: · Engenharia da Ultra Controlo · Versão em Markdown

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