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Oxigénio e PSA

Separação criogénica do ar

O documento da OMS Foundations of medical oxygen systems (17 de fevereiro de 2023) descreve a destilação fracionada criogénica nas unidades de separação de ar (ASU), que separam do ar atmosférico o azoto e o oxigénio, e por vezes o árgon e outros gases inertes raros, e produzem oxigénio líquido; a monografia 0417 da Ph. Eur. abrange este oxigénio, com um mínimo de 99,5%.

O mesmo documento da OMS indica a destilação fracionada criogénica, que produz oxigénio líquido (LOX), a par da adsorção por variação de pressão, que produz oxigénio gasoso. As instalações ASU de produção e a armazenagem de LOX a granel ficam fora do local e são normalmente geridas por empresas privadas, e produzem LOX em grandes quantidades, 300 a 5.500 toneladas por dia. O oxigénio líquido tem um ponto de ebulição de −183 °C, e a sua produção, manuseamento e armazenagem precisam de tecnologias especiais para o manter isolado do calor ambiente. A produção nas ASU serve tanto a indústria como a medicina, tendo o setor médico requisitos mais exigentes de BPF e de boas práticas de distribuição.

A EDQM regista que, quando a Ph. Eur. 0417 foi revista em 1997, a destilação criogénica do ar ambiente era o método mais comum para esta qualidade, e o teor nominal mínimo subiu para 99,5% V/V; desde o número 12.3, a definição da monografia indica que abrange o oxigénio produzido por destilação criogénica. A monografia Oxygen da Farmacopeia dos Estados Unidos (USP) fixa não menos de 99,0%. O concentrador ULTRACON das centrais ULTRAOX é, nas palavras da sua ficha técnica, uma solução não criogénica de baixa pressão.

Fontes

Os números da Ultra Controlo vêm das suas fichas técnicas. Os factos de terceiros foram lidos na fonte na data indicada.

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